Finalmente, um site pessoal

Tá, tem cara de blog (e é um blog), mas deixa eu ser feliz assim… Agora ao menos tenho um local para poder colocar minhas coisas e os projetos que venho tentando desenvolver, dividindo o antigo The CoRE no The CoRE v2.0 e este aqui, onde trouxe os artigos relevantes de diversas categorias, como o jogo para KDE feito em QT, KWarBots; o bot tradutor para IRC feito em Python, transbot; as histórias cyberpunk CyberEnvironment; o script greasemonkey para remoção de propagandas GMail Without Ads; e por ai vai…

Espero sempre atualizar com algum material novo, e logo também terminar alguns ajustes que ainda faltam por aqui…

😀

Luna F – Parte 2

OrtoLongitudional Atra VÉrtice era o significado da sigla do portal que Akeila seguia em direção. Já estava a salvo das edificações mórficas em que estara agora a pouco. Sua máquina deu sinal de fraqueza, seu motor secundário acabara de desativar e ela resolveu avisar o Mercador sobre o ocorrido. Tirou do bolso de seu shorts preto fosco um pequeno objeto leve de forma elíptica que se iluminou ao ser segurado e, com uma certa leveza, passou o dedo indicador sobre um símbolo ao centro do mesmo. Nesse momento o objeto pairou sobre sua mão dilatando em diversas direções ateh formar um círculo um pouco maior e após isso apareceram displays holográficos como botões e indicadores, todos em torno de uma área que geraria a representação virtual de um intelecutor. Akeila disse rapidamente “MERCADOR POS3” indicando a quem deveria fazer a chamada e sua localização, no caso em sua velha loja real. Após alguns instantes os botões e os indicadores moveram-se aumentando o circulo e no meio foi sendo gerada uma imagem da parte inferior a superior colorida, porém com alguns chuviscados. Era o Mercador atendendo a ligação.

– Fala mocinha. – disse com sua voz metalizada característica.
– Odeio quando você me chama assim…
– Hahaha… Achei que você e Massive Drake chegariam cedo aqui.

Akeila deu uma rápida olhada num indicador de tempo. 27h02m89s.

– Bem, tivemos um pequeno atraso, – disse do jeito que alguém fala bocejando e coçando a barriga – de qualquer forma estamos bem, só me envie uma aspirina1. Ativei o localizador da FlowCicle, algumas avarias… Seu motor de emergência finalmente foi usado… Estamos indo para o portal OLAVE, mais tarde te avisamos de algo, ok??
– Hum, tão jovem e já se achando que pode tudo né? OK, veja lá o que vai aprontar… Até mais.

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Luna F – Parte 1

Segmentadores eram pessoas criadas por laboratórios especializados na criação de patrulheiros sem cérebro, mas no lugar chips que garantiriam que seus donos pudessem manda-los fazer o que bem quiser e estes obedecessem sem nenhum questionamento. Tinham um terceiro braço mecânico que saia do alto de suas colunas. Normalmente esta espécime era encomendada por quem quisesse manter algo bem protegido – não importando as consequências –  mas que não tivesse dinheiro para probots.

– Por que estão atrás de nós?
– Bem, fora estarmos numa região proibida, acho que o planador que roubamos nas docas era  parte de um  mapa Akeila…
– Mapa?? Você bebeu é?
– Hum… Lembro ter visto no meio dos outros planadores alguns com umas inscrições estranhas neles… Antigas, mas estranhas…
– Que tipo de inscrições??
– A primeira vista não dei bola…. Mas enquanto você viajava com Luna D, procurei por acervos sobre o significado de Luna D e encontrei uma correspondência direta a mesma… Você certamente sabia que Luna D significa  Divizor, não?
– Bem…

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Final Message – Parte ][

Nem mira nem recarregamento operantes. Apenas dois disparos disponíveis antes de entrar em modo offline total. Akeila sorriu… Para ela não eram apenas mais dois disparos possiveis, mas algo maior… ZeroTwo.

Esticou o outro braço no momento em que o feixe retornava. O raio de cor azul claro estava a poucos centimetros; suava frio… tinha que ser feito de maneira mais precisa o possível… Varredura lenta, ouvia-se um zumbido fraco de eletricidade, estava cada vez mais pertO… e perTO… e PERTO… e… no mesmo instante em que foi detectado a presença de um corpo vivo com medidas e descrições compativeis com a primeira leitura do alvo o probot virou-se a ela ativando uma arma que infelizmente Akeila não tinha notado antes… Ótimo, pensou ela. Uma arma não, quatro na verdade. Duas metralhadoras rotacionais X7b na parte superior, ao lado da cabeça e duas inferiores junto as pernas. A iris dilatou. As X7bs começaram a girar. Um disparo da squaller. Uma rajada a poucos centimetros de Akeila. Tinha acertado o sensor termático da maquina, o ultimo recurso de rastreamento dela.

Totalmente perdido continuou a despejar tiros em todas as direções. Akeila corre e pega o LockLiah num bolso do blusão de Sioux. O cartão era preto, pequeno, alguns recortes de 45º em dois cantos, indicando provavelmente o lado correto de conexão. Ha uma inscrição também, parece ser mal feita a laser, mas não consegue identificar o que é agora.

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Instalando Slackware 13 num pendrive ou cartão de memória

(OBS.: acabo de notar que no precesso de migração do Joomla pro WordPress, perdi o passo nº 1. De qualquer forma, pelo que lembro, não era nada crucial, então pode continuar dai mesmo…)

2- De boot pelo dvd com o kernel padrão mesmo (a não ser que deseja ser mais específico). Após escolher o teclado e logar-se como root, particione o dispositivo com o cfdisk ou fdisk. Aqui importa o local em que seu dispositivo foi reconhecido (no meu caso: cfdisk /dev/sda). Caso dê um erro, provavelmente teu pendrive não tenha sido encontrado ainda, execute o comando de novo. Crie uma partição do tipo Linux (código hexadecimal 83), não há necessidade de swap. Marque ela como bootável e grave as alterações. Se desejar, pode criar partições para seu home, proc, usr…

3- Execute o comando setup e vá direto para a opção TARGET (não temos swap mesmo…). Selecione seu dispositivo e formate-o (no meu caso: /dev/sda1) como ReiserFS. Acredite, para pendrivers e cartões de memória este é o melhor, se bem que sempre uso ele em tudo… CUIDADO para não errar e formatar as partições existentes em seu(s) HD(s). Não vá fazer burrada. Apenas formate e selecione a partição criada no pendrive;

4- Prossiga com a instalação. Como eu queria apenas um ambiente para desenvolvimento, eu selecionei o modo expert e fui descartando o que não precisava (apache, sendmail, X, emacs, latex, etc), deixando somente as ferramentas necessárias (e algum acesso a internet também como suporte a áudio). Só não vá remover algo que for necessário ao sistema. Em caso de dúvida ou se desejar instalar tudo, selecione full mesmo e seja feliz…

5- Após instalar, configure seu sistema (rede, horário, mouse, blablabla…) e vamos para uma parte importante: o Lilo. Ao ver o artigo do Viva ao Linux, eu achava que não ia necessitar lilo, somente initrd e syslinyx.cfg resolveriam o problema; ledo engano. O usuário agentc0re do canal ##slackware me atentou a isso (muito agradecido), então instale o lilo na MBR do pendrive e adicione a linha “rootdelay=10” (sem aspas) ao arquivo de configuração (pela opção expert. Caso você não tenha visto aonde adicionar isto, não se preocupe. Depois monte o pendrive, use o comando chroot AONDE_O_PEN_TA e adicione a linha “append=”rootdelay=10″” ao lilo.conf e instale-o no pendrive, mas cuidado pra não instalar no teu HD e ter dores de cabeça). A necessidade de dar uma espera de 10 segundos no pendrive é para que seja carregado o sistema USB necessário para tal feito;

6- Ao final de tudo isso, o sistema estará pronto para ser bootado pela porta USB de seu computador, apenas verifique na bios tal opção (ou pelo menu de boot existente em algumas bios, geralmente acessível pela tecla F8 durante o POST).

Pronto, seu Slackware 12.2 estará rodando a partir de um pendrive/cartão de memória. Se ter instalado o lilo Slackwarede forma errada, provavelmente o sistema não dará boot e tu receberás um monte de bips da bios te enchendo o saco.

Se tiver alguma dúvida, sugestão ou simplesmente para contar sua história sobre o processo, comente a vontade!

Caso nunca tenha instalado um Slackware e queira se livrar de distros “fofas”:
Site oficial do Slackware

KWarBots on KDE svn XD

Yeah, finally I commited KWarBots on playground/games on KDE SVN! (trully merged my internal git repository onto). It still not playable; it’s on heavy development, but now you can follow how things are going on the project…

Websvn: http://websvn.kde.org/trunk/playground/games/KWarBots/
svn: svn co svn://anonsvn.kde.org/home/kde/trunk/playground/games/KWarBots KWarBots

🙂

Texture example

Simple test using SVG files as textures for the Map. Now, we have BattleAreaObjects and RobotObjects, but no collision detection yet. Also, you can see a new look for the robot, but it’s not the definitive.
Texture test

Finally, the map area now has a 600×600 pixels, with a virtual matrix of 20×20 positions.

KWarBots First View

This is the first view of my new game: KWarBots. What’s KWarBots? It’s a game where you can program a robot using Python Programming Language. The main goal of this game is for your fun, but for you education too, introducing the basics about some programming language. Initially, for the language, I would use the Turtle Scripting Language, but I saw that it was not a good idea… So, using Kross, I can run a script written on Python to control the robot.Oh, yes, the game uses KDE4 and QT4 as your base… You can now watch a simple movie showing the basic moving system programmed via a python script; prefer to watch in HQ mode to read the commands on the video.

Now I’m working on a Map class and a Image handling class to load maps and images from files… Soon you’ll can view more images/videos about the game, and with better graphics, of course…

And finally, as it was to be my GSoC 2009 proposal, you can read the original paper about the game, downloading it here.